There are two days in every week about which we should not worry,
two days which should be kept free from fear and apprehension.
One of these days is Yesterday with all its mistakes and cares,
its faults and blunders, its aches and pains.
Yesterday has passed forever beyond our control.
All the money in the world cannot bring back Yesterday.
We cannot undo a single act we performed;
we cannot erase a single word we said.
Yesterday is gone forever.
The other day we should not worry about is Tomorrow
with all its possible adversities, its burdens,
its large promise and its poor performance;
Tomorrow is also beyond our immediate control.
Tomorrow's sun will rise,
either in splendor or behind a mask of clouds, but it will rise.
Until it does, we have no stake in Tomorrow,
for it is yet to be born.
This leaves only one day, Today.
Any person can fight the battle of just one day.
It is when you and I add the burdens of those two awful eternities
Yesterday and Tomorrow that we break down.
It is not the experience of Today that drives a person mad,
it is the remorse or bitterness of something which happened Yesterday
and the dread of what Tomorrow may bring.
Let us, therefore, Live but one day at a time.
Author Unknown
segunda-feira, setembro 24, 2007
domingo, julho 29, 2007
Quando viajamos...
Quando viajamos para algum lado, seja de avião, carro, comboio, bicicleta, etc, acabamos por viajar sempre acompanhados de alguém, esse alguém para mim traduz-se nisto:
Às vezes parece tão simples...
Por vezes parece tão simples estarmos no mundo dos "adultos" como se fossemos Reis, não parece?
Vejam lá este exemplo:
Vejam lá este exemplo:
quarta-feira, junho 20, 2007
O meu eu....
Eu quero... viver
Eu tenho... sonhos
Eu acho... que o melhor está sempre para vir
Eu odeio... sentir-me injustiçado
Eu sinto... muito.
Eu escuto... quando acho que vale a pena
Eu cheiro... tudo!
Eu imploro... dificilmente.
Eu arrependo-me... muitas vezes.
Eu amo... a vida
Eu sinto dor... mas normalmente disfarço.
Eu sinto falta... do que se perdeu
Eu importo-me... com as pessoas
Eu sempre... sonhei fazer rádio
Eu não fico feliz... com o mal dos outros.
Eu acredito... no Amor
Eu danço... sózinho.
Eu canto... diariamente
Eu choro... devagar.
Eu falho... mas nunca desisto.
Eu luto... para ser melhor
Eu escrevo... mas na maior parte das vezes não mostro a ninguém.
Eu ganho... e a felicidade parece que dura menos do que a dor de perder.
Eu perco... quando me perco
Eu nunca digo... nunca
Eu estou... bem.
Eu sou... humano.
Eu fico feliz... com pouco!
Eu tenho esperança... nas pessoas
Eu preciso... de sol!
Eu deveria... organizar-me melhor.
Eu tenho... sonhos
Eu acho... que o melhor está sempre para vir
Eu odeio... sentir-me injustiçado
Eu sinto... muito.
Eu escuto... quando acho que vale a pena
Eu cheiro... tudo!
Eu imploro... dificilmente.
Eu arrependo-me... muitas vezes.
Eu amo... a vida
Eu sinto dor... mas normalmente disfarço.
Eu sinto falta... do que se perdeu
Eu importo-me... com as pessoas
Eu sempre... sonhei fazer rádio
Eu não fico feliz... com o mal dos outros.
Eu acredito... no Amor
Eu danço... sózinho.
Eu canto... diariamente
Eu choro... devagar.
Eu falho... mas nunca desisto.
Eu luto... para ser melhor
Eu escrevo... mas na maior parte das vezes não mostro a ninguém.
Eu ganho... e a felicidade parece que dura menos do que a dor de perder.
Eu perco... quando me perco
Eu nunca digo... nunca
Eu estou... bem.
Eu sou... humano.
Eu fico feliz... com pouco!
Eu tenho esperança... nas pessoas
Eu preciso... de sol!
Eu deveria... organizar-me melhor.
quinta-feira, maio 31, 2007
Histórias de ontem e de sempre ( pelo menos para mim)

Uma memória de outros dias...
Não te sentes só por vezes? Eu sinto, sempre que me entrego às nossas imagens juntos, ao tempo em que me deixo estar em teus braços.Deixa-me ficar aqui mais um pouco, deixas? Eu vou quando lá fora parar de chover, quando o vento já não estiver à minha espera, quando o tempo se esquecer de mim neste abraço.Será isto uma carta de amor? Não, não o é. Tu não precisas de cartas de amor, não precisas que eu rabisque gatafunhos de tinta em papel branco. Deixa antes que essa tinta se transforme no sangue quente que te corre no corpo, e que escreva na tua pele nua o que sinto em beijos e , que as minhas mãos rabisquem carícias pelo teu corpo.Não precisas que te repita o que os meus beijos te sussurram, o que os meus braços confirmam. Dizer-te que te amo não tem novidade, prefiro que o sintas, que o vejas, que o tenhas, que o tenhamos dentro. Tudo o que te disse-se agora seria pouco para explicar esse sorriso, ou esse gesto. Tudo o que agora te quisesse mostrar em palavras escritas ao acaso, seriam apenas isso, palavras.Sim, sinto-me só sem ti, sem o teu corpo junto ao meu, sem poder encostar o meu corpo ao teu, ou adormecer com o teu cheiro entranhado em mim. Sim, sinto-me só e sei que tu também, mas sei que te amo, que tu também me amas, que talvez um dia fiquemos de uma vez por todas juntos, e que olhemos para ontem com um sorriso de referência, com um olhar de nostalgia perdida, mas com nova vontade...Ficas mais um pouco? Ficas mais um pouco por aqui?